sobre o procedimento

O que é Do Botox ao lifting: os cosméticos que prometem efeito de procedimentos estéticos ?

Séruns que prometem efeito tensor, cremes que falam em preenchimento e fórmulas que recorrem ao termo “Botox” para descrever seus resultados. Recentemente, a linguagem dos consultórios de dermatologia passou a ocupar cada vez mais espaço nas embalagens e campanhas de cosméticos. A promessa é aproximar os resultados de procedimentos estéticos da rotina de cuidados em casa — sem agulhas, tempo de recuperação ou, em muitos casos, o mesmo investimento.

O movimento acompanha tanto a sofisticação das formulações quanto uma mudança no comportamento do consumidor. Segundo a dermatologista Juliana Piquet, a busca por resultados visíveis sem procedimentos é um dos fatores que explicam a tendência. “As pessoas querem melhorar a aparência da pele, mas muitas vezes procuram alternativas sem agulha, sem tempo de recuperação e com um custo menor”, afirma. Ao mesmo tempo, ela destaca a evolução de ativos como retinoides, peptídeos e ácido hialurônico, além das tecnologias de veiculação.

Para a dermatologista Aline Vieira, a aproximação também tem relação com a popularização do conhecimento sobre skincare e com o papel das redes sociais. “O skincare está incorporando mais essa linguagem de consultório, de procedimento, porque antes o cuidado era algo exclusivo do receituário médico e depois os pacientes começaram a entender mais sobre skincare e começaram a se automedicar e comprar de acordo com a propaganda”, explica. Ela também observa que a visibilidade dos resultados dos procedimentos ajudou a criar um novo apelo para os cosméticos, especialmente aqueles que prometem manter ou prolongar seus efeitos.

A diferença, porém, está justamente no que cada produto é capaz de fazer. Para Juliana, o problema começa quando a comunicação transforma uma comparação em equivalência. “Quando uma marca fala em ‘efeito Botox’, ‘efeito preenchedor’ ou ‘lifting em creme’, isso pode passar a impressão de que o produto entrega o mesmo resultado de um procedimento, o que não é verdade.”

O que significa “efeito Botox”?

 

Um dos exemplos mais evidentes desse movimento está nos produtos que recorrem à expressão “efeito Botox” ou a termos que remetem à toxina botulínica. De acordo com a dermatologista Juliana, essas expressões devem ser entendidas principalmente como uma maneira de comunicar o efeito visual esperado, e não como uma descrição literal do mecanismo de ação.

Ela cita os peptídeos como exemplo. “Quando falamos em ‘efeito Botox’, por exemplo, normalmente aparecem na formulação peptídeos como o acetil hexapeptídeo-8, conhecido como argireline.” Segundo a dermatologista, existem estudos que apontam alguma melhora na aparência das rugas, mas a evidência ainda é limitada e depende de fatores como concentração, formulação e capacidade de o ativo alcançar o local em que deveria atuar.

“Uma molécula conseguir interferir em determinado mecanismo em laboratório não significa necessariamente que, aplicada sobre a pele, ela consiga chegar em quantidade suficiente até a junção neuromuscular”, explica. Por isso, embora determinados cosméticos possam contribuir para uma aparência mais suavizada, eles não reproduzem a ação da toxina botulínica injetável.

A médica Aline também vê valor nessa aproximação de linguagem, desde que o consumidor compreenda seus limites. “Não que eu acredite que o creme vá substituir, porque não consegue, mas ele promete um efeito, por exemplo, de minimizar os efeitos da contração muscular na pele.” Para ela, o interesse também está no fato de que o consumidor que já faz procedimentos passa a enxergar o skincare como uma forma de manutenção.

E o “efeito preenchedor”?

 

O mesmo cuidado vale para produtos que usam a ideia de preenchimento. Nesse caso, explica Juliana, o resultado costuma estar relacionado principalmente à hidratação e ao efeito visual produzido na superfície da pele. “O ácido hialurônico tópico, por exemplo, ajuda a atrair água e aumentar a hidratação do estrato córneo [a camada mais externa e superficial da epiderme, formada principalmente por células mortas e lipídios], o que pode deixar linhas finas menos aparentes”, diz. Silicones e componentes que refletem a luz também podem deixar a pele visualmente mais lisa.

Mas isso não significa que o cosmético esteja fazendo o mesmo trabalho de um preenchimento injetável. “Um cosmético não repõe o volume perdido na região malar, não projeta um lábio e não corrige uma perda estrutural”, afirma. O chamado plumping, nesse caso, é superficial e temporário, enquanto o procedimento deposita um material em planos anatômicos específicos.

A mesma lógica vale para o lifting. Segundo Juliana, o efeito pode vir da formação de um filme sobre a pele, produzindo uma sensação de tensão imediata, ou de uma melhora progressiva na qualidade da pele, como acontece com ativos como retinoides. “Mesmo nesses casos, estamos falando de melhorar a qualidade da pele, e não de realmente levantar ou reposicionar os tecidos da face.”

Para Aline, essa diferença de profundidade é fundamental. “Tratar a pele em casa é super possível, mas reproduzir os resultados de um procedimento não é.” O skincare, explica, pode ser uma ferramenta importante para preservar e melhorar a qualidade da pele, mas existem alterações estruturais do envelhecimento que acontecem em planos que um produto tópico não consegue alcançar.

O que o cosmético consegue fazer?

 

Isso não significa, no entanto, que os produtos sejam ineficazes. Pelo contrário. As duas dermatologistas ressaltam que o skincare pode produzir resultados reais — desde que a expectativa esteja alinhada ao mecanismo de ação de cada fórmula.

“Um bom cosmético consegue fazer bastante pela pele. Pode melhorar a hidratação, a barreira cutânea, a textura, a luminosidade, algumas alterações de pigmentação e a aparência das linhas finas”, afirma Juliana. Com o uso contínuo, alguns ativos também podem promover mudanças mensuráveis na epiderme e nas camadas mais superficiais da derme.

Aline também defende que o cuidado diário seja entendido como parte do tratamento. “A gente já sabe hoje que, inclusive, os hábitos interferem no tratamento do consultório.” Para ela, a rotina de skincare ajuda a preservar o colágeno, estimular sua produção em alguma proporção e proteger a pele de fatores como a radiação solar. “O cuidado em casa é um tratamento”, resume. Mas, novamente, há uma diferença de escala: “Você consegue usar cremes que estimulam o colágeno, mesmo que numa proporção menor do que um procedimento.”

Os cosméticos acabam então fazendo parte da manutenção dos tratamentos estéticos e da qualidade da pele antes e depois deles. “Uma pele bem hidratada, protegida do sol e tratada com os ativos adequados tende a ter melhor textura, luminosidade e uniformidade”, explica Juliana. Retinoides, antioxidantes, hidratantes, fotoproteção e tratamentos para pigmentação podem ser importantes antes ou depois de procedimentos, desde que indicados de acordo com cada paciente e introduzidos no momento adequado.

De séruns com efeito tensor a fórmulas que prometem preencher visualmente linhas e rugas, conheça alguns dos produtos que apostam nessa nova geração de skincare:

Sérum Reviline PTX, Mantecorp Skincare, R$ 267,50

 

Sérum Reviline PTX, Mantecorp Skincare — Foto: Divulgação
Sérum Reviline PTX, Mantecorp Skincare — Foto: Divulgação

O sérum aposta em uma combinação de peptídeos e ácido hialurônico para suavizar rugas e melhorar a firmeza da pele. O próprio nome PTX faz referência ao universo dos neuromoduladores, e a proposta do produto é oferecer um efeito tensor e suavizar a aparência das linhas de expressão, aproximando a rotina de skincare da linguagem dos procedimentos estéticos.

Sérum Preenchedor de Rugas Ácido Hialurônico, Botik, R$ 204,90

 

Sérum Preenchedor de Rugas Ácido Hialurônico, Botik — Foto: Divulgação
Sérum Preenchedor de Rugas Ácido Hialurônico, Botik — Foto: Divulgação

Com ácido hialurônico, o sérum promete ação preenchedora e redução visível das rugas em uma semana. A fórmula aposta no poder hidratante do ativo para melhorar a aparência de linhas e deixar a pele com aspecto mais preenchido.

Sérum Tensor de Rugas B-TX Freeze Neo Dermo, Eudora, R$ 139,99

 

Sérum Tensor de Rugas B-TX Freeze Neo Dermo, Eudora — Foto: Divulgação
Sérum Tensor de Rugas B-TX Freeze Neo Dermo, Eudora — Foto: Divulgação

Inspirado em procedimentos estéticos, o sérum utiliza a chamada tecnologia B-TX Freeze e promete efeito tensor imediato, com redução de até 12 tipos de rugas e linhas de contração e expressão em quatro semanas. Segundo a Eudora, as rugas ficam visivelmente suavizadas em até cinco minutos, enquanto o uso contínuo melhora textura, luminosidade e firmeza da pele. A fórmula inclui tetrapeptídeo-111 e ácido hialurônico acetilado.

Collagen Sérum 3X, Adcos, R$ 389

 

Collagen Sérum 3X, Adcos — Foto: Divulgação
Collagen Sérum 3X, Adcos — Foto: Divulgação

Lançamento da Adcos, o sérum combina tecnologias voltadas à firmeza e ao estímulo de colágeno e promete reduzir rugas dinâmicas e estáticas, além de proporcionar luminosidade imediata. Entre as principais promessas está o chamado “efeito botox-like não invasivo”, expressão usada pela própria marca.

Revitalizing Supreme+ Sculpting Sérum, Estée Lauder, R$ 989

 

Revitalizing Supreme+ Sculpting Sérum, Estée Lauder — Foto: Divulgação
Revitalizing Supreme+ Sculpting Sérum, Estée Lauder — Foto: Divulgação

Chamado pela marca de “Lifting Facial 5D”, o sérum foi desenvolvido para melhorar visivelmente cinco dimensões do rosto e do pescoço — parte superior da face, sulcos nasolabiais, bochechas, linha da mandíbula e pescoço. A fórmula reúne peptídeos e colágeno biotecnológico, com foco em firmeza, elasticidade e redução da aparência de linhas. A Estée Lauder afirma ter observado melhora nessas cinco regiões após 12 semanas de uso em teste clínico com 32 mulheres.

HA Intensifier Multi-Glycan, SkinCeuticals, R$ 415

 

HA Intensifier Multi-Glycan, SkinCeuticals — Foto: Divulgação
HA Intensifier Multi-Glycan, SkinCeuticals — Foto: Divulgação

O sérum de ácido hialurônico é apresentado pela SkinCeuticals como um produto de “efeito preenchedor natural”. A marca afirma que ele ajuda a repor o volume natural da pele, definir o contorno facial e amplificar os resultados do preenchimento injetável. Segundo a empresa, o produto também proporciona uma aparência mais preenchida já no primeiro uso, associada à hidratação promovida pelo ácido hialurônico.

O que é Do Botox ao lifting: os cosméticos que prometem efeito de procedimentos estéticos ?

Séruns que prometem efeito tensor, cremes que falam em preenchimento e fórmulas que recorrem ao termo “Botox” para descrever seus resultados. Recentemente, a linguagem dos consultórios de dermatologia passou a ocupar cada vez mais espaço nas embalagens e campanhas de cosméticos. A promessa é aproximar os resultados de procedimentos estéticos da rotina de cuidados em casa — sem agulhas, tempo de recuperação ou, em muitos casos, o mesmo investimento.

O movimento acompanha tanto a sofisticação das formulações quanto uma mudança no comportamento do consumidor. Segundo a dermatologista Juliana Piquet, a busca por resultados visíveis sem procedimentos é um dos fatores que explicam a tendência. “As pessoas querem melhorar a aparência da pele, mas muitas vezes procuram alternativas sem agulha, sem tempo de recuperação e com um custo menor”, afirma. Ao mesmo tempo, ela destaca a evolução de ativos como retinoides, peptídeos e ácido hialurônico, além das tecnologias de veiculação.

Para a dermatologista Aline Vieira, a aproximação também tem relação com a popularização do conhecimento sobre skincare e com o papel das redes sociais. “O skincare está incorporando mais essa linguagem de consultório, de procedimento, porque antes o cuidado era algo exclusivo do receituário médico e depois os pacientes começaram a entender mais sobre skincare e começaram a se automedicar e comprar de acordo com a propaganda”, explica. Ela também observa que a visibilidade dos resultados dos procedimentos ajudou a criar um novo apelo para os cosméticos, especialmente aqueles que prometem manter ou prolongar seus efeitos.

A diferença, porém, está justamente no que cada produto é capaz de fazer. Para Juliana, o problema começa quando a comunicação transforma uma comparação em equivalência. “Quando uma marca fala em ‘efeito Botox’, ‘efeito preenchedor’ ou ‘lifting em creme’, isso pode passar a impressão de que o produto entrega o mesmo resultado de um procedimento, o que não é verdade.”

O que significa “efeito Botox”?

 

Um dos exemplos mais evidentes desse movimento está nos produtos que recorrem à expressão “efeito Botox” ou a termos que remetem à toxina botulínica. De acordo com a dermatologista Juliana, essas expressões devem ser entendidas principalmente como uma maneira de comunicar o efeito visual esperado, e não como uma descrição literal do mecanismo de ação.

Ela cita os peptídeos como exemplo. “Quando falamos em ‘efeito Botox’, por exemplo, normalmente aparecem na formulação peptídeos como o acetil hexapeptídeo-8, conhecido como argireline.” Segundo a dermatologista, existem estudos que apontam alguma melhora na aparência das rugas, mas a evidência ainda é limitada e depende de fatores como concentração, formulação e capacidade de o ativo alcançar o local em que deveria atuar.

“Uma molécula conseguir interferir em determinado mecanismo em laboratório não significa necessariamente que, aplicada sobre a pele, ela consiga chegar em quantidade suficiente até a junção neuromuscular”, explica. Por isso, embora determinados cosméticos possam contribuir para uma aparência mais suavizada, eles não reproduzem a ação da toxina botulínica injetável.

A médica Aline também vê valor nessa aproximação de linguagem, desde que o consumidor compreenda seus limites. “Não que eu acredite que o creme vá substituir, porque não consegue, mas ele promete um efeito, por exemplo, de minimizar os efeitos da contração muscular na pele.” Para ela, o interesse também está no fato de que o consumidor que já faz procedimentos passa a enxergar o skincare como uma forma de manutenção.

E o “efeito preenchedor”?

 

O mesmo cuidado vale para produtos que usam a ideia de preenchimento. Nesse caso, explica Juliana, o resultado costuma estar relacionado principalmente à hidratação e ao efeito visual produzido na superfície da pele. “O ácido hialurônico tópico, por exemplo, ajuda a atrair água e aumentar a hidratação do estrato córneo [a camada mais externa e superficial da epiderme, formada principalmente por células mortas e lipídios], o que pode deixar linhas finas menos aparentes”, diz. Silicones e componentes que refletem a luz também podem deixar a pele visualmente mais lisa.

Mas isso não significa que o cosmético esteja fazendo o mesmo trabalho de um preenchimento injetável. “Um cosmético não repõe o volume perdido na região malar, não projeta um lábio e não corrige uma perda estrutural”, afirma. O chamado plumping, nesse caso, é superficial e temporário, enquanto o procedimento deposita um material em planos anatômicos específicos.

A mesma lógica vale para o lifting. Segundo Juliana, o efeito pode vir da formação de um filme sobre a pele, produzindo uma sensação de tensão imediata, ou de uma melhora progressiva na qualidade da pele, como acontece com ativos como retinoides. “Mesmo nesses casos, estamos falando de melhorar a qualidade da pele, e não de realmente levantar ou reposicionar os tecidos da face.”

Para Aline, essa diferença de profundidade é fundamental. “Tratar a pele em casa é super possível, mas reproduzir os resultados de um procedimento não é.” O skincare, explica, pode ser uma ferramenta importante para preservar e melhorar a qualidade da pele, mas existem alterações estruturais do envelhecimento que acontecem em planos que um produto tópico não consegue alcançar.

O que o cosmético consegue fazer?

 

Isso não significa, no entanto, que os produtos sejam ineficazes. Pelo contrário. As duas dermatologistas ressaltam que o skincare pode produzir resultados reais — desde que a expectativa esteja alinhada ao mecanismo de ação de cada fórmula.

“Um bom cosmético consegue fazer bastante pela pele. Pode melhorar a hidratação, a barreira cutânea, a textura, a luminosidade, algumas alterações de pigmentação e a aparência das linhas finas”, afirma Juliana. Com o uso contínuo, alguns ativos também podem promover mudanças mensuráveis na epiderme e nas camadas mais superficiais da derme.

Aline também defende que o cuidado diário seja entendido como parte do tratamento. “A gente já sabe hoje que, inclusive, os hábitos interferem no tratamento do consultório.” Para ela, a rotina de skincare ajuda a preservar o colágeno, estimular sua produção em alguma proporção e proteger a pele de fatores como a radiação solar. “O cuidado em casa é um tratamento”, resume. Mas, novamente, há uma diferença de escala: “Você consegue usar cremes que estimulam o colágeno, mesmo que numa proporção menor do que um procedimento.”

Os cosméticos acabam então fazendo parte da manutenção dos tratamentos estéticos e da qualidade da pele antes e depois deles. “Uma pele bem hidratada, protegida do sol e tratada com os ativos adequados tende a ter melhor textura, luminosidade e uniformidade”, explica Juliana. Retinoides, antioxidantes, hidratantes, fotoproteção e tratamentos para pigmentação podem ser importantes antes ou depois de procedimentos, desde que indicados de acordo com cada paciente e introduzidos no momento adequado.

De séruns com efeito tensor a fórmulas que prometem preencher visualmente linhas e rugas, conheça alguns dos produtos que apostam nessa nova geração de skincare:

Sérum Reviline PTX, Mantecorp Skincare, R$ 267,50

 

Sérum Reviline PTX, Mantecorp Skincare — Foto: Divulgação
Sérum Reviline PTX, Mantecorp Skincare — Foto: Divulgação

O sérum aposta em uma combinação de peptídeos e ácido hialurônico para suavizar rugas e melhorar a firmeza da pele. O próprio nome PTX faz referência ao universo dos neuromoduladores, e a proposta do produto é oferecer um efeito tensor e suavizar a aparência das linhas de expressão, aproximando a rotina de skincare da linguagem dos procedimentos estéticos.

Sérum Preenchedor de Rugas Ácido Hialurônico, Botik, R$ 204,90

 

Sérum Preenchedor de Rugas Ácido Hialurônico, Botik — Foto: Divulgação
Sérum Preenchedor de Rugas Ácido Hialurônico, Botik — Foto: Divulgação

Com ácido hialurônico, o sérum promete ação preenchedora e redução visível das rugas em uma semana. A fórmula aposta no poder hidratante do ativo para melhorar a aparência de linhas e deixar a pele com aspecto mais preenchido.

Sérum Tensor de Rugas B-TX Freeze Neo Dermo, Eudora, R$ 139,99

 

Sérum Tensor de Rugas B-TX Freeze Neo Dermo, Eudora — Foto: Divulgação
Sérum Tensor de Rugas B-TX Freeze Neo Dermo, Eudora — Foto: Divulgação

Inspirado em procedimentos estéticos, o sérum utiliza a chamada tecnologia B-TX Freeze e promete efeito tensor imediato, com redução de até 12 tipos de rugas e linhas de contração e expressão em quatro semanas. Segundo a Eudora, as rugas ficam visivelmente suavizadas em até cinco minutos, enquanto o uso contínuo melhora textura, luminosidade e firmeza da pele. A fórmula inclui tetrapeptídeo-111 e ácido hialurônico acetilado.

Collagen Sérum 3X, Adcos, R$ 389

 

Collagen Sérum 3X, Adcos — Foto: Divulgação
Collagen Sérum 3X, Adcos — Foto: Divulgação

Lançamento da Adcos, o sérum combina tecnologias voltadas à firmeza e ao estímulo de colágeno e promete reduzir rugas dinâmicas e estáticas, além de proporcionar luminosidade imediata. Entre as principais promessas está o chamado “efeito botox-like não invasivo”, expressão usada pela própria marca.

Revitalizing Supreme+ Sculpting Sérum, Estée Lauder, R$ 989

 

Revitalizing Supreme+ Sculpting Sérum, Estée Lauder — Foto: Divulgação
Revitalizing Supreme+ Sculpting Sérum, Estée Lauder — Foto: Divulgação

Chamado pela marca de “Lifting Facial 5D”, o sérum foi desenvolvido para melhorar visivelmente cinco dimensões do rosto e do pescoço — parte superior da face, sulcos nasolabiais, bochechas, linha da mandíbula e pescoço. A fórmula reúne peptídeos e colágeno biotecnológico, com foco em firmeza, elasticidade e redução da aparência de linhas. A Estée Lauder afirma ter observado melhora nessas cinco regiões após 12 semanas de uso em teste clínico com 32 mulheres.

HA Intensifier Multi-Glycan, SkinCeuticals, R$ 415

 

HA Intensifier Multi-Glycan, SkinCeuticals — Foto: Divulgação
HA Intensifier Multi-Glycan, SkinCeuticals — Foto: Divulgação

O sérum de ácido hialurônico é apresentado pela SkinCeuticals como um produto de “efeito preenchedor natural”. A marca afirma que ele ajuda a repor o volume natural da pele, definir o contorno facial e amplificar os resultados do preenchimento injetável. Segundo a empresa, o produto também proporciona uma aparência mais preenchida já no primeiro uso, associada à hidratação promovida pelo ácido hialurônico.

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